Quando uma opção se torna numa decisão. Certo ou errado?

Já é um dado aprendido e adquirido que todos temos de tomar decisões na nossa vida.

Qual o nosso poder de escolha perante as pressões dos pais, da sociedade em geral, no momento de selecionarmos o código do curso para ingressarmos no ensino superior?

É mais fácil ouvirmos a nossa própria voz e seguirmos a nossa vontade?

Estas são questões que representam desafios num momento de mudança, no caminho para a universidade. Se por um lado, as opiniões e ideias daqueles que nos são mais próximos assumem um papel relevante; por outro lado, também é crucial que a nossa opção seja um reflexo de um desejo pessoal.

O grande dilema é como conseguir um equilíbrio entre o que queremos e o que os outros esperam de nós. Não há uma receita perfeita.

Nunca há uma percepção clara de uma escolha certa. Porém, a experiência, os percursos, as relações humanas ajudam-nos a compreender que nada nas nossas vidas devem ser imputáveis quer a nós, quer a outros.

As opções que tomamos, umas serão transitórias, outras definitivas. Faz o exercício de como te imaginas daqui a uns anos? Compreender esta dinâmica de que estamos sempre em construção é bom farol!

Paulo Khan

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